Ao inovar não foque no produto, mas na tarefa que ele cumpre!
*Por Fernando Giberti
A inovação é um processo fundamental no mercado atual e consensual em todas as empresas, mas que nem sempre é bem-sucedido. Muitas empresas têm canalizado muita energia e investimentos na inovação de produtos, serviços, busca por eficiência operacional e diversos outros desafios. Nestes esforços são estruturados departamentos, há mobilização de equipes, consultorias e outros que despendem muitos recursos e investimentos.
Mas porque a inovação não avança em muitas empresas? Por que muito do que é investido não se consolida? Isto ocorre porque muitas empresas enxergam a inovação de maneira míope, sem muita clareza do que é preciso ser feito.
“Ao inovar não se deve focar somente no produto, mas na tarefa que ele cumpre!” Fernando Giberti
O conceito de miopia no mundo dos negócios já era trabalhada por Theodore Levitt desde de 1960 e muito reforçado por Peter Drucker, conhecido como o pai da administração moderna, em alguns de seus conceitos. Dentre eles ouvimos que: “o que um cliente compra raramente é o que uma empresa pensar estar vendendo” (Peter Drucker).
Por traz desta miopia, da falta de compreensão do que realmente precisa ser feito, estão vários problemas das organizações atuais, como a falta de centralidade ou distanciamento do cliente, a sua incapacidade de acompanhar e reagir rapidamente aos movimentos do mercado e até mesmo de entender o propósito do próprio negócio.
Ao se olhar para o processo de inovação, busca de soluções e alternativas, poucas empresas observam seus clientes e como eles tem resolvido suas tarefas. Elas estão muito focadas no produto. O conceito de JTBD ou Job To Be Done, que pode ser entendido como a tarefa que os produtos ou serviços fazem, buscam trazer luz ao processo de inovação, proporcionando uma visão clara sobre os motivos de compra e finalidade de uso de um produto ou serviço.
Por meio desta compreensão é possível se ascender a um processo de inovação realmente prático e direcionado aos anseios dos consumidores. Como exemplo, podemos citar a visão genial de Steve Jobs que veio a salvar a Apple em determinado período. Entendendo o comportamento do público que compartilhada músicas pelo Napster, Steve criou uma nova forma de comercialização, dando liberdade para os consumidores comprarem apenas as músicas que mais gostavam e não somente o CD inteiro. Surgiu a partir daí o Itunes e os Airpods.
O JTBD é um processo de que permite as empresas se voltarem para o cliente e direcionar toda a cultura centrada no cliente ou customer-centric. Outro exemplo, para melhor contextualizar a visão do cliente, é o uso de automóveis. Existem diversas tarefas que um carro pode cumprir para os consumidores, como o de transportar os filhos para a escola, viagens de turismo e deslocamento casa-trabalho como óbvios, mas diversas outras tarefas podem ser cumpridas, como apoio a alimentação (quem nunca parou em um drive tour para comer algo enquanto se desloca?), ligadas ao consumo compensatório (se você não conhece este conceito, convidamos a acessar a este interessante conteúdo complementar) ou mesmo para se fechar um negócio. Aqui faço uma pausa para contar um caso real:
Um de meus queridos professores de marketing, o saudoso JB, em um de seus momentos de compartilhar experiências, nos contou um dos motivos que o levou a deslanchar sua empresa de consultoria. Em um belo dia, participando de uma concorrência, o cliente o convidou para uma apresentação presencial de sua proposta. Para sua surpresa, ao chegar no cliente, havia em sua sala outra consultora concorrente.
O cliente iniciando a reunião, após as devidas apresentações, informou que havia gostado muito das duas propostas que recebeu e precisava confrontá-los para tomar sua decisão. Então proferiu algumas perguntas sobre o escopo e outras como: Por que eu deveria contratar vocês? Ambos responderam muito bem a todos os questionamentos do cliente. Ainda duvidoso sobre a melhor decisão e olhando de sua janela o estacionamento da empresa, perguntou: Qual é o carro de vocês?
A consultora apontou para seu carro, um importado alemão, enquanto o professor apontou, meio envergonhado, para o seu carro popular. Assim que respondido o cliente agradeceu aos dois, informando que já havia tomado sua decisão e faria a ligação no dia seguinte para comunicar. O resultado vocês já sabem: ele perdeu o contrato. A partir daí entendeu que o carro também cumpria outra tarefa por ele, o de fechar contratos e aprimorar sua imagem pessoal. Passou então, sempre que visitava um cliente, a alugar um carro importado, até que pudesse comprar um. Suas vendas melhoraram significativamente a partir daí.
A tarefa que um produto pode cumprir para um cliente é algo determinado e adaptado por ele. Seja pela sua condição de vida, fatores sociais, psicológicos, culturais, na busca de resolução de um problema ou por diversos outros motivos. Independente de quais sejam, as empresas precisam se centrar no cliente, procurando entender melhor como eles buscam, por meio de produtos ou serviços, atender as suas necessidades ou desejos. O JTBD é um mecanismo para interpretar o produto sob a ótica do cliente, observando e investigando como atua no atendimento as suas diferentes demandas.
Com um olhar para o Job To Be Done, o processo de inovação passa a ser direto no atendimento aos anseios, necessidades e desejos dos consumidores, sendo possível entregar um produto ou serviço mais adequado ao que se espera dele.
É ainda importante entender que o processo de inovação não precisa ser sempre disruptivo para potencializar um negócio, mas, por vezes, mais ajustado, adaptado aquilo que o cliente busca resolver.
Outro caso emblemático e que gerou a teoria do JTBD é do Milk Shake, contado por Clayton Christensen, quando realizou uma consultoria para uma rede de fast-food americana. Ele e sua equipe, mapeando as vendas, se depararam com um comportamento atípico no consumo de milk shake nos primeiros horários do dia. Intrigados, ele e seu time, buscaram entender melhor este fenômeno. Eles então identificaram que os clientes que passavam muito tempo no deslocamento entre casa e trabalho, compravam o produto por considerarem nutritivo e fácil de ser consumido ao volante. Ao entender a tarefa que o produto cumpria para os clientes, foi mais fácil inovar no atendimento, composição do produto, comunicação e mecanismos de venda mais ágeis e automáticas, como colocar máquinas de venda do lado de fora do restaurante.
Seja qual for o seu desafio, centrar-se no cliente e entender o seu comportamento, pode contribuir de forma significativa ao processo de inovação.
A Jumppi é uma empresa de pesquisa especialista e estudos de comportamento de consumo, que atua com metodologias ágeis e direcionadas a obter informações e insights valiosos para seus clientes.
Entenda como esta técnica pode ser aplicada ao seu processo de inovação, conversando com um e nossos especialistas.
Inovação | Customer Centric | Job To Be Done
Sobre a Empresa
A Jumppi é um instituto de pesquisa especializado em inteligência de mercado e ciência de dados, com mais de 20 anos de experiência em ajudar empresas a tomar decisões estratégicas baseadas em dados confiáveis.
Seja para pesquisa de satisfação (NPS), avaliação de marca, análise de concorrência ou teste de produto, nossos métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa garantem insights precisos para impulsionar seu negócio.
Converse com nossos especialistas e descubra como uma empresa de pesquisa pode transformar dados em resultados:
✅ Pesquisa de mercado – Identifique oportunidades e avalie o mercado potencial;
✅ Pesquisa de opinião e NPS – Mensure a satisfação do cliente e fidelidade à marca;
✅ Teste de produto e embalagem – Valide lançamentos antes de ir para o mercado;
✅ Análise de concorrência – Entenda seus rivais e posicione-se estrategicamente;
✅ Pesquisa de preço – Defina a melhor estratégia de precificação;
✅ Coleta de dados online e presencial – Métodos ágeis e precisos para qualquer necessidade.
Na Jumppi, somos referência como empresa de pesquisa, combinando metodologias robustas e tecnologia de ponta para entregar dados qualificados que geram ações concretas. Fale conosco e transforme informações em vantagem competitiva!
📊 Soluções personalizadas para cada desafio do seu negócio.
Em cenários de incerteza, de oscilações e insegurança econômica, ou mesmo movimento mais agressivo da concorrência, é natural uma maior dificuldade para alcançar as metas, não é mesmo? Acontece que nem sempre são os fatores externos. Parte do que está acontecendo pode ser influência das decisões tomadas pela sua empresa e pouco pautadas em informação. Mas então o que fazer quando as metas não são alcançadas?
A resposta a este problema pode ter várias e diferentes fundamentações. Aqui apresentaremos um direcionamento prático, direto e que, se continuado, pode levar elevar sua empresa na cultura data driven e ao estabelecimento de inteligência de mercado a tornando mais ágil e assertiva.
Separamos três passos essenciais para analisar por que as metas não estão sendo alcançadas.
Diagnóstico situacional
Em primeiro lugar é preciso fazer um bom diagnóstico da situação, reunindo dados de resultados passados e entendendo, por meio deles, se há alguma evidência. Neste processo também é preciso avaliar as decisões tomadas, buscando compreender sua relevância sobre os resultados e o que foi desencadeado a partir delas.
A capacidade de autocrítica não é nada fácil, mas uma virtude muito importante no mundo dos negócios. Somente por meio de uma visão crítica sobre o que tem sido feito é possível resolver os problemas e buscar novas soluções para as questões pontuadas.
Analisar os dados históricos de resultados, permite aos colaboradores conhecer melhor sua empresa, entendendo as ações e decisões passadas, contextualizando o que deu mais e menos resultado. Esta é uma forma rica para se conhecer mais a fundo as características do negócio, suas boas práticas, mas também buscar fatos relevantes que expliquem os resultados atuais.
Analisar os dados de resultados em uma linha do tempo, registrando a data de importantes eventos (ações, decisões, relatos, ou outras informações relevantes) é uma forma bastante interessante de visualizar e analisar o que aconteceu e o que pode estar acontecendo.
Não se atenha apenas a indicadores do passado, busque estabelecer indicadores líderes, ou seja, indicadores que auxiliem da identificação precoce dos problemas ou de oportunidades futuras.
Por exemplo: ao invés de se ater a somente nos dados de venda passados, verifique e acompanhe como está a entrada do seu funil, tenha diálogo constante com seus clientes. Entenda como os clientes atuais estão considerando soluções emergentes aos seus desejos e necessidades.
Analisar o mercado
“O futuro já está aqui. Só não é distribuído uniformemente.” (William Gibson, escritor de ficção científica).
Este é um problema apenas meu? Outro aspecto chave é olhar para o mercado. Buscar informações sobre a economia, realizando uma análise contextualizada destes indicadores cruzados a performance da sua empresa, mas também equiparadas ao seu setor.
Por meio das informações de mercado é possível identificar problemas externos e evidenciar se é algo pontual a sua organização ou conjuntural do seu setor. O “pensamento associativo” é uma interessante forma de se analisar conceitos aparentemente díspares, para se desenvolver um diferente entendimento ou uma nova ideia.
Alguns setores possuem entidades fortes, fazer parte destas entidades e, por meio delas, buscar mais informações e contexto sobre o seu setor é fundamental. Tendo abertura, vale ainda um diálogo com outras empresas do seu segmento.
Ao analisar o mercado, além dos dados econômicos e setoriais, deve-se acompanhar as mudanças de regulamentação, questões políticas e até mesmo os indicadores socioeconômico da região onde atua.
Os dados de mercado também precisam ser acompanhados de análises do movimento comercial, de marketing e de expansão dos principais competidores. Acompanhar as ações dos concorrentes, de forma constante, permite as empresas reagir de forma mais rápida a qualquer movimento mais intenso e que impacte diretamente sobre seus resultados.
O processo de associar distintas informações, permite as empresas desenvolver modelos preditivos, modelos de impacto, análise e simulação de cenários, tornando mais contextualizadas e aprofundadas o entendimento do meio ao qual está inseria a sua organização.
Caso não tenha muitos dados existem diferentes caminhos para uma tomada de decisão em meio a incertezas. Veja este artigo da Harvard Business Review.
Investigação aprofundada
Se os dados internos de resultados, histórico de decisões, assim como a análise de mercado, não trouxer evidências seguras sobre o que está acontecendo, será preciso ir mais fundo no problema.
Uma investigação mais aprofundada, por meio de pesquisa de mercado, é uma forma de buscar uma explicação mais detalhada, direta e segura sobre o que está acontecendo.
A pesquisa é o meio mais seguro e assertivo para responder aos problemas organizacionais e, indo além, por meio dela, acessamos informações estratégicas permitindo encontrar soluções mais diretas para alcance dos resultados e diferenciação competitiva.
É comum que algumas empresas recorram a consultorias, conselhos e outros mecanismos de visão externa, mas sem dados seguros não há para onde correr.
Por fim, após realizar todo este esforço, que traz um ganho de aprendizado significativo para qualquer empresa, é importante manter estas ações de forma regular. Este processo continuado e de aprimoramento da gestão, se denomina Inteligência de Mercado.
A Inteligência de Mercado
A inteligência de mercado, resumidamente, pode ser denominada com um processo de monitoramento de dados, compartilhamento de informações e aprendizado constante, apoiando a tal gestão do conhecimento e tomada de decisão. Esta é uma atividade central para direcionar as empresas para a cultura data driven, ou seja, a tomada de decisão e insights baseados em dados.
O estabelecimento da inteligência de mercado nas empresas, além dos benefícios de se manter atualizados, dar melhor contexto e direcionamento aos colaboradores, torna a empresa mais competitiva e, principalmente, mais ágil e assertiva olhando para o futuro.
Tudo isto acontece principalmente pela sua capacidade de endereçar corretamente respostas aos problemas organizacionais e antecipar o que está por vir.
Além de ser especialista em pesquisas de mercado, a Jumppi também é especialista em inteligência de mercado, auxiliando as empresas de forma consultiva no estabelecimento de processos de inteligência, como provendo dados integrados para as diversas áreas de negócio.
Por meio do processo de inteligência de mercado e dados integrados da Jumppi, as empresas ganham em eficiência comercial, direcionamento de expansão de mercado, estabelecimento de metas seguras, participação de mercado e identificação de oportunidades, por exemplo.
Os motivos pelos quais sua empresa não está alcançando as metas podem ser diversos, mas sem um processo baseado em inteligência de mercado, a resolução poderá ser pontual, havendo necessidade de reativar todo o processo novamente apenas quando um problema já está desencadeado. Aqui sua empresa não está se antecipando a nada, apenas reagindo, as vezes tardiamente, ao que está acontecendo.
A inteligência de mercado, busca por meio do monitoramento constante, antecipar a identificação de problemas e agindo prontamente no direcionamento da resolução. Sem ela, sua empresa estará refém dos insights criativos e, por vezes, pouco fundamentados dos seus colaboradores.
Sobre a Empresa
A Jumppi é um instituto de pesquisa especializado em inteligência de mercado e ciência de dados, com mais de 20 anos de experiência em ajudar empresas a tomar decisões estratégicas baseadas em dados confiáveis.
Seja para pesquisa de satisfação (NPS), avaliação de marca, análise de concorrência ou teste de produto, nossos métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa garantem insights precisos para impulsionar seu negócio.
Converse com nossos especialistas e descubra como uma empresa de pesquisa pode transformar dados em resultados:
✅ Pesquisa de mercado – Identifique oportunidades e avalie o mercado potencial;
✅ Pesquisa de opinião e NPS – Mensure a satisfação do cliente e fidelidade à marca;
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Por Sérgio Maris[1]
A cultura de massa não existe mais! Em um cenário de comunidades e mercados cada vez mais nichados, as empresas tendem a atuar globalmente, e competir de forma local. Com o fácil acesso às ferramentas de edição de vídeo e mixagem de áudio, à Inteligência Artificial e a uma variedade de meios e formatos de comunicação digital, comunidades online e influencers tem ampliado a capacidade de desenvolver e propagar tendências à nível internacional.
Conforme o relatório “Cultura e Tendências” do YouTube[2], em pesquisa realizada em 14 países, 60% dos adultos entrevistados “afirmam que estão abertos a assistir criadores que usam IA para gerar conteúdo”; e 52% “assistiram um [influenciador] nos últimos 12 meses”, demonstrando a abrangência deste mercado.
Nesse processo de mudança cultural, é relevante a participação da Geração Z, ao procurar narrar e dar sentido à história de suas vidas. Seja para campeonatos de memes, reivindicações políticas e boicotes, essa geração, através da internet, está se transformando de expectadora a construtora de mercados e nichos de consumo. Ou seja, o mundo aonde as tendências vinham somente das grandes indústrias mudou.
Um exemplo disso é a #BookTok com mais de 219.5bi de visualizações e 60bi de vídeos, onde a comunidade do TikTok compartilha histórias literárias e autobiográficas como entretenimento, estimulando também o gosto pela literatura[3].
Protagonizadas pela Geração Z, tendências culturais e de mercado transformam não só suas próprias práticas e comportamentos, mas também pressionam e influenciam as gerações ascendentes e descendentes em suas relações de consumo, no mundo do trabalho, posicionamento político-ideológico e o modo como se portam em todas as esferas da vida.
Nesse sentido, a campanha #MakeItAffordable luta por preços justos para medicamentos, moradia e educação; e a #BlackLivesMatter, do movimento homônimo criado em 2013, pressionou empresas a adotarem políticas de diversidade e inclusão racial no mercado de trabalho. Ambas tiveram forte influência da Geração Z, e são exemplos de como essa geração se posiciona frente ao mercado.
É importante que o mercado se atente às mudanças culturais para captar o sentimento do consumidor. Ao acompanhar essas mudanças, podemos desenvolver estratégias de mercado mais eficazes e alinhadas com as demandas contemporâneas.
A Jumppi é uma empresa de pesquisa e inteligência especializada em estudos de tendência, mapeamento do comportamento do consumidor e acompanhamento e monitoramento de redes sociais.
Entre em contato com nossos especialistas e entenda melhor como podemos conectar melhor a sua marca com o ambiente digital e estabelecer estratégias de nicho mais assertivas para o seu produto ou marca.
Acesse também nosso conteúdo sobre Marketing de Influência e entenda melhor como marcar mais presença e melhor direcionar sua mensagem no ambiente digital.
Tendências culturais | Gen Z | Sentimento do consumidor
Sobre a Empresa
A Jumppi é um instituto de pesquisa especializado em inteligência de mercado e ciência de dados, com mais de 20 anos de experiência em ajudar empresas a tomar decisões estratégicas baseadas em dados confiáveis.
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[1] Sérgio Maris é estudante de Ciências Sociais pela PUC-MG e se dedica aos estudos de tendências de mercado e comportamento do consumidor na Jumppi – Inteligência e Pesquisa.
[2] YouTube. Relatório 2023 de Cultura & Tendências. 2023. Disponível em: <https://blog.youtube/intl/pt-br/news-and-events/relatorio-de-cultura-e-tendencias-do-youtube-2023/>.
[3] Vice. The Vice Guide to Culture. 2024. Disponível em: <https://www.vicemediagroup.com/insights/>.