O MARKETING E AS PRÁTICAS DE ESG

Se puder recomendar algo essencial sobre o ESG é: Seja relevante!

Seja relevante em qualquer pauta que escolher: meio ambiente, inclusão social, desenvolvimento de pessoas e comunidades, saúde, energia limpa, etc. As escolhas são deliberadas, mas a busca pela relevância é essencial para as ações de marketing.

A um tempo se discutia a tendência de os consumidores adquirirem produtos e serviços de marcas com responsabilidade sócioambiental comprovadas. Tal tendência já tem se tornado uma realidade e cada dia mais presentes nas decisões de consumo. Este comportamento mais crítico e seletivo dos consumidores, tem gerado efeito direto sobre a imagem das marcas e a performance de vendas.

Ponderações quanto as práticas de ESG

E é importante ressaltar que a pauta do ESG está cada vez mais consolidada e diversificada, ficando muito difícil de isentar e não se posicionar quanto ao tema. O ESG, como tem sido tratado, coloca não só os governos, mas as corporações no centro das atenções. Entretanto é preciso tomar alguns cuidados para não distorcer os seus princípios.

Recentemente o ESG passou por algumas críticas devido a má condução e distorções causadas pelas ações e metas estabelecidas por algumas corporações. A reportagem neste link, apresenta algumas questões relevantes e que precisam ser consideradas.

Seja pela definição de metas inalcançáveis, utópicas ou mesmo com relativo pragmatismo em relação a sua posição política, muitas corporações têm falhado e não tem alcançado êxito em suas ações.

Além desta má condução, as corporações são muita afetadas pelas decisões tomadas e impacto das suas ações, como exemplos temos os cases emblemáticos como o da Volkswagen, que manipulou os dados de emissão de poluentes, a Apple com o case das baterias que afetavam o desempenho dos aparelhos intencionalmente ou mesmo a crítica que levou a trocar suas embalagens (antes da troca os aparelhos da Apple chegavam em grandes caixas, muito elaboradas, mas sem sentido para a dimensão dos produtos). No Brasil temos ainda os cases da Vale e Samarco em relação ao rompimento de barragens, por exemplo.

ESG e a relação de consumo

Hoje temos um consumidor mais crítico, mais atento, mais bem-informado e, também, mais influente e influenciado. O mundo digital trouxe uma nova dinâmica na relação das marcas e o mercado de consumo. Aqui estamos falando de um ambiente extremamente volátil e massificado de conteúdo, mas que permite um acesso direto aos consumidores.

Aproveitando o acesso promovido pelos meios digitais, a conversação com os clientes precisa ser diária, mantendo uma relação continuada, buscando presença na lembrança e preferência dos consumidores.

Neste ambiente volátil existe tanto a oportunidade de aproveitar a “moda” ou o “momento” para produzir conteúdos interativos e que engajam o público, quanto também construir uma base sólida, mais permanente e que promova um impacto mais duradouro na percepção dos consumidores com a marca.

Toda e qualquer notícia ou informação sobre a empresa pode ser facilmente difundida, percorrendo rapidamente os meios de comunicação e interação, alcançando um número significativo de consumidores. E é aí que as práticas de ESG aliadas ao marketing podem exercer um impacto profundo na percepção dos consumidores sobre a marca.

Neste processo é importante que a empresa esteja tão atenta a ações de contenção, quanto de promoção da marca (aqui damos sentido a promoção como ato de promover, comunicar, ressaltar, destacar a marca).

Ações de Contenção

Uma das grandes falhas de qualquer empresa é não reconhecer as suas deficiências e, eventualmente, o impacto causado pelas suas ações. É raro, para não dizer que desconhecemos, uma empresa pura, que tenha práticas 100% sustentáveis e sócio ambientalmente responsável.

No meio digital é fundamental estar preparado para agir em casos de repercussão negativa sobre a marca. A empresa deve estar sempre preparada para agir prontamente caso exista algum fato, comunicação ou ação que penalize sua imagem e percepção do consumidor.

No ambiente digital uma faísca pode virar um incêndio rapidamente. As empresas que conseguem ser ágeis nas respostas e posição firme na resolução das questões difundidas, conseguem minimizar seu impacto e até se fortalecer no processo de comunicação com o público.

Ações de Promoção

As ações de contenção são reativas, mas os de promoção são deliberadas e ativas. São parte da estratégia e direcionamento da companhia na construção da imagem da sua marca.

A construção de imagem de uma marca precisa de bases sólidas e não somente se portar como uma marca de “momento”, aproveitando e agindo apenas “ao sabor do vento”. Construir bases sólidas são mais relevantes a longo prazo.

As bases sólidas que fundamentam a imagem de uma marca ajudam a contar melhores histórias, fortalecem a marca e a diferencia em um mercado amplamente pulverizado e competitivo. Mas como construímos esta base sólida?

7 dicas para construir uma base sólida na estratégia de marketing e as práticas de ESG

  1. Escolha uma pauta – Você não precisa se destacar em todas, precisa apenas de uma ou duas que a destaque no mercado, que permita promover uma imagem de marca forte, presente e que realmente se preocupe com o tema.
  2. Defina metas e ações plausíveis, alcançáveis – O maior erro que as empresas têm adotado quanto ao ESG é definir metas inalcançáveis, ações que não se sustentam ou são mal executadas. Algumas delas causando até mesmo a inviabilidade econômica da companhia. Você precisa não só ter o que contar, mas mostrar efetivamente que está construindo, conquistando e consolidando nesta posição.
  3. Seja efetivo – Seja capaz de produzir um efeito real. Destaque-se no tema ou pauta escolhida, antes que algum competidor o faça. As ações dos seus competidores também buscam este espaço de lembrança, por tanto, tente sair na frente, tente ser efetivo nas ações que estabelecer.
  4. Evite se posicionar politicamente sobre o tema – Atualmente temos uma sociedade politicamente muito dividida e, se posicionar de forma polêmica ou política quanto a qualquer tema, pode gerar um efeito negativo naquilo que se busca. Temos casos emblemáticos como da Boticário, Doritos, Gillete e tantos outros que afetaram diretamente a imagem da marca e resultado em vendas.

Conheça bem seus diferentes públicos e direcione uma comunicação diferente para diferentes grupos. No ambiente digital é possível segmentar a ações, de forma que exerçam um impacto direcionado e uma comunicação mais amigável e efetiva com cada público.

  1. Conte boas histórias – Uma forma muito eficiente de promover a imagem de uma marca e construir bases sólidas, é contar boas histórias. Histórias que inspirem as pessoas. Nunca se viu uma “enxurrada” de marcas como vimos hoje. As marcas, em busca de relevância, precisam de histórias inspiradoras para contar, algo que as permita se destacar.

Um texto muito interessante, escrito por Cody C. Delistraty, intitulado: “The Psychological Comforts of Storytelling” (Os Confortos Psicológicos da Contação de Histórias), apresenta importantes fundamentos para se criar narrativas por meio de histórias ou storytelling. “Os seres humanos estão inclinados a ver narrativas onde não há nenhuma porque isso pode dar significado às nossas vidas – uma forma de resolução existencial de problemas.”

  1. Tenha recorrência na comunicação – A construção de uma imagem de marca não acontece de um dia para o outro, precisa de recorrência. Lembre-se que vivemos um ambiente massivo de comunicação, ter um pouco da atenção das pessoas depende de assertividade no processo de comunicação, mas também de estabelecer um bom ritmo de contato com seu público.
  2. Avalie a imagem da marca e estabeleça métricas – Para ser assertivo você precisa monitorar a comunicação e os efeitos causados no seu público. Estabelecer um processo de pesquisa eficiente e métricas de acompanhamento, ajudam a saber se está seguindo o caminho certo e conquistando a relevância esperada. Lembre-se: Seu público também é impactado pelas ações e comunicação dos seus competidores.

Para tanto as empresas e profissionais de marketing, devem estar atentos as questões debatidas na sociedade e promover ações que selam sua posição, mas que efetivamente impactam na estratégia escolhida o a destaquem em seu meio.

O ESG é a pauta do momento e com cada dia mais influência sobre as decisões de consumo. Por mais críticas que existam ao “radicalismo” das pautas ambientais e de inclusão social, por exemplo, existe uma mudança de visão de mundo, que afeta nossa percepção a longo prazo, sendo que algumas perpetuarão no futuro como práticas comuns.

Empresas fortes possuem marcas bem-conceituadas. Marcas bem-conceituadas promovem vendas. Construir uma marca forte e relevante não é nada simples, mas se bem direcionada, com uma boa estratégia, permite as organizações assegurar uma fatia de mercado mais representativa, de clientes “fiéis” (entendemos clientes fiéis aqueles que possuem o hábito de recompra dos produtos ou serviços de determinada marca) e promovem relativa proteção das ações de concorrentes.

Conhecer bem o seu público também é um processo chave para consolidação da marca. Este fundamento, base do marketing, não pode ser relevado ou esquecido. Quanto mais informação possui dos seus clientes e potenciais consumidores, mas direcionado e assertivo poderá ser a sua estratégia para o mercado.

Conclusão

Toda empresa deve se preocupar com as bases e práticas de ESG. São aspectos essenciais de um novo pensamento de mundo e que impacta diretamente o comportamento da sociedade que, naturalmente, tem alterado o seu comportamento de consumo.

Estar atento a sociedade, a sua atuação e papel no meio, seu público e aquilo que o impacta é fundamental para direcionar escolhas que permitam se posicionar, agir e apresentar resultados por meio das ações deliberadas que promovam impacto positivo sobre a sua marca. Deve ainda, no processo de comunicação, em um meio sobrecarregado de informação, ser relevante naquilo que se propõe a fazer. Precisa saber contar boas histórias, que tenham capacidade de demonstrar o que tem feito, mas que também inspire as pessoas.

A Jumppi é uma empresa especialista em inteligência e pesquisa de mercado que possui uma ampla experiência para auxiliar as organizações com informações relevantes na construção da estratégia e imagem da marca, mensuração dos resultados e avaliação da imagem da marca.

Além dos estudos de marca a Jumppi também possui diagnósticos que permitem avaliar o índice de ESG da sua marca, entendendo qual a relevância alcançada pela marca e direcionando ações que possam ser mais efetivas na percepção do público e consolidação da marca.

Entre em contato e converse com um de nossos consultores e entenda melhor como podemos ajudar a construir uma marca forte e relevante no mercado.

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Sobre a Empresa

A Jumppi é um instituto de pesquisa especializado em inteligência de mercado e ciência de dados, com mais de 20 anos de experiência em ajudar empresas a tomar decisões estratégicas baseadas em dados confiáveis.

Seja para pesquisa de satisfação (NPS), avaliação de marca, análise de concorrência ou teste de produto, nossos métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa garantem insights precisos para impulsionar seu negócio.

Converse com nossos especialistas e descubra como uma empresa de pesquisa pode transformar dados em resultados:
Pesquisa de mercado – Identifique oportunidades e avalie o mercado potencial;
Pesquisa de opinião e NPS – Mensure a satisfação do cliente e fidelidade à marca;
Teste de produto e embalagem – Valide lançamentos antes de ir para o mercado;
Análise de concorrência – Entenda seus rivais e posicione-se estrategicamente;
Pesquisa de preço – Defina a melhor estratégia de precificação;
Coleta de dados online e presencial – Métodos ágeis e precisos para qualquer necessidade.

Na Jumppi, somos referência como empresa de pesquisa, combinando metodologias robustas e tecnologia de ponta para entregar dados qualificados que geram ações concretas. Fale conosco e transforme informações em vantagem competitiva!

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Estamos na era do NPS 3.0: mas você sabe como utilizar esta importante ferramenta?

Estamos na era do NPS 3.0, mas você sabe como utilizar esta importante ferramenta para gerenciar o seu negócio e o relacionamento com seus clientes?

É isto mesmo, estamos na era do NPS 3.0. Esta importante ferramenta de medida de desempenho vem sendo frequentemente atualizada pelos seus idealizadores, mas acontece que a maioria das empresas não faz bom uso desta importante ferramenta.

Primeiramente vamos entender o que é o NPS 3.0? Apenas para contextualizar, o NPS é uma medida idealizada para compreender o nível de lealdade, satisfação e engajamento dos seus clientes. Uma antiga premissa do marketing, afirma que um cliente satisfeito tem maior potencial de recompra, além de recomendar a marca ou produto para ao menos 3 a 5 conhecidos. Na era digital, este potencial de recomendação pode ser muito potencializado, pois naturalmente há facilidade e maior alcance da comunicação. Entenda melhor este potencial em nosso conteúdo sobre o Marketing de Influência.

A grande mudança do NPS 3.0 parte do entendimento que a medida deste indicador não deve estar isolada dos resultados da empresa, ela precisa estar acompanhada de uma série de outros indicadores de resultados para melhor contextualização e compreensão. Ao longo deste texto vamos explicar melhor quais não estes indicadores e como devem ser conciliados ao indicador de NPS.

Mas antes de seguirmos, vamos entender melhor a evolução do NPS e seus principais fatores de contribuição para o gerenciamento do relacionamento com clientes.

Entendendo a evolução do NPS:

NPS 1.0 – Em sua primeira versão, o NPS era baseado apenas na medida de recomendação, tendo como direcionamento a sua pergunta principal: Em uma escala de 0 a 10 o quanto você recomendaria os produtos da marca XXXXX a um amigo ou colega?

Baseado na escala de 10 pontos, foi proposta uma classificação dos clientes em três categorias: Os Detratores, clientes que deram notas entre 0 e 6; os Neutros, clientes com notas 7 ou 8; e os Promotores, clientes que deram notas 9 ou 10.

Em sua primeira versão era possível mensurar o indicador, mas não explica os motivos de um pelos quais os clientes se portavam como eventuais “detratores” da marca. Assim, a primeira evolução da metodologia do NPS, buscou entender os motivos ou justificativas pelas notas atribuídas, se tornando além de um indicador, uma ferramenta gerencial para identificação e resolução dos principais problemas causados no relacionamento com os clientes.

NPS 2.0 – Para melhor entender os motivos ou buscar justificar as notas dos clientes detratores, entendidos como insatisfeitos, adicionou-se uma pergunta complementar: O “Porque” de ter atribuído esta nota.

Com base nos motivos ou justificativas as empresas puderam não somente ter uma medida de desempenho, um indicador de performance, mas compreender melhor a avaliação dos clientes. Tal informação permite as empresas atuar no desenvolvimento de um plano de ação para corrigir os “problemas” detectados e ter melhor gerenciamento sobre o relacionamento com seus clientes.

Mas aqui precisamos fazer algumas ressalvas importantes e que levaram a evolução do NPS a sua versão 3.0.

Uma das maiores críticas sobre o NPS se dá pela forma como é aplicado e interpretado. A maioria dos gestores não compreende ou desconsidera a sensibilidade da sua escala, acarretando elevada variação no indicador.

Formas de aplicar o NPS

Método 1: Medindo a experiência do cliente ao longo da sua jornada de compra e uso do produto ou serviço

Existem duas principais formas de se aplicar o NPS. A primeira é utilizada como uma ferramenta gerencial, tendo como premissa o acompanhamento dos clientes em cada etapa da sua jornada de compra ou uso do produto. Aqui, o NPS é disparado pouco tempo depois de o cliente vivenciar determinada experiência com a marca.

Como exemplo, temos as companhias aéreas que adotaram o disparo do NPS logo após o desembarque dos passageiros. Ao aplicar desta forma, logo após o uso ou experiência do cliente, a empresa consegue identificar eventuais problemas ocasionados em um vôo específico e atuar prontamente para dar uma resposta ao cliente, buscando reverter a sua insatisfação, ou mesmo identificar, por meio dos problemas apontados, oportunidades para melhorar seus serviços e impactar mais positivamente seus clientes.

Aqui ressaltamos que o NPS pode sofrer grande variabilidade nos seus resultados, sendo mais importante o gerenciamento dos problemas e definição de metas para resolução dos problemas identificados.

Método 2: Utilizando o NPS como um indicador de performance

A segunda forma para se aplicar o NPS é obter um indicador seguro e preciso, que deve ser conduzido por meio de uma pesquisa estruturada, com procedimento amostral e controle para seleção dos clientes participantes.

Quando conduzimos a medida de NPS no método anterior, podemos ter grande variabilidade dos resultados entre um momento e outro da coleta de dados. Lembre-se que no método 1 estamos pegando o cliente no “calor” da experiência. Neste momento pode ser que o cliente tenha se frustrado com algo que o insatisfez momentaneamente e que, em um segundo momento, passado um tempo, ela tenha uma reflexão mais contextualizada para efetuar sua avaliação na marca.

Outro fator que causa grande variabilidade no indicador de NPS, se dá pela amostra obtida, ou número de respondentes em cada momento de avaliação. Se em cada momento o número de respondentes foi distinto, sem controle ou critério de seleção, naturalmente os resultados do NPS poderão variar significativamente.

Ressaltamos que a escala de NPS é desequilibrada intencionalmente, tendo como avaliação negativa uma nota que varia entre 0 e 6, e positivamente apenas as notas 9 e 10. Caso tenhamos um número de respondentes diferente em cada período e um maior engajamento dos detratores, por exemplo, o indicador poderá sofrer grande variação.

Recomentamos que o um indicador preciso de NPS seja adotado em conjunto uma pesquisa de satisfação, com controle de amostra. A medida pode ser realizada de forma mensal, trimestral, semestral ou anual.

Alerta: Muitas empresas partiram da premissa, da promessa que o NPS seria o “indicador definitivo” e que teriam em uma forma simplificada um indicador que substituísse todos os demais. Muitas abandonaram seus indicadores de satisfação e qualidade percebida. Grande erro! O NPS é sim um indicador muito relevante, mas que precisar, em algum momento, vir acompanhado de uma pesquisa de satisfação, qualidade e diferenciais competitivos percebidos. Ele precisa também estar contextualizado as medidas de experiência e valor para o cliente.

Mas e como chegamos no NPS 3.0?

Exatamente pela sensibilidade da escala e a forma de condução do processo de medida do NPS, o indicador passou a sofrer alguns questionamentos e que levaram a um processo de reflexão. Neste processo passou-se a analisar os resultados obtidos pela avaliação de NPS equiparada a performance das empresas em vendas (novos clientes), recompra de clientes, cross-seling up-selling e passou-se a ter um novo entendimento.

O NPS por si não é determinante sobre o sucesso ou insucesso de uma marca e existem outros fatores que precisam ser analisados em conjunto. Uma empresa que tenha um NPS intermediário ainda pode estar performando bem, com bons níveis de recompra e crescimento em vendas.

Por exemplo: a relação de um NPS intermediário de uma empresa, mas que tenha um bom nível de recompra, pode se dar por outros fatores como, o nível de competição e qualidade da concorrência no mercado em que atua, nível de complexidade ou relevância dos serviços ao consumidor (quanto maior ou mais relevante, maior a exigência), estratégias de marketing para retenção de clientes, dentre outros. Resumindo, o resultado da empresa precisa ser analisado para melhor contextualizar indicador de NPS obtido.

Outro exemplo são as empresas em crescimento exponencial. É natural que empresas com o crescimento acelerado, sintam as dores do crescimento. Tais “dores” estão presentes quando necessidade de ajustar ou redesenhar processos, expansão e qualificação do time, distanciamento do cliente e outros que podem levar o NPS a um patamar mais baixo. Mas são empresas que precisam passar por um período de eventual “simplificação” para crescer exponencialmente. Neste caso, um NPS um pouco mais baixo, em determinado momento, pode não ser um grande problema enquanto os resultados estão sendo alcançados, mas também não deve ser relegado a ponto de se tornar um problema para a organização.

Temos então, na versão 3.0 do NPS a necessidade de analisar os dados de forma contextualizada, acompanhando o momento da organização, seu mercado de atuação e, principalmente, os resultados alcançados.

Um indicador isolado é apenas uma medida, mas se analisado em conjunto a outros indicadores e informações, pode se tornar uma ferramenta de inteligência de negócios muito importante.

A Jumppi é uma empresa de inteligência e pesquisa especializada em estudos de NPS e inteligência de mercado, com profissionais qualificados e especialistas no tema.

Seja em um processo de medida simples de NPS ou em um trabalho mais estruturado para contextualização dos resultados, definição de metas e plano de ação por meio de indicadores e do NPS, a Jumppi é a empresa certa para te atender.

Converse com um de nossos analistas e entenda melhor como os serviços especializados da Jumppi podem ajudar a sua empresa a dar saltos cada vez mais altos.


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Marketing de Influência e Gatilhos Mentais: Decifrando o Comportamento dos Consumidores Online

Marketing de Influência e Gatilhos Mentais: Decifrando o Comportamento dos Consumidores Online.

Bem-vindos ao fascinante mundo do marketing de influência! Em uma era dominada pela presença digital, entender como as marcas se conectam com os consumidores online tornou-se essencial. O Brasil, com sua impressionante média diária de conexão à internet, destaca-se como um campo fértil para estratégias de marketing digital inovadoras. Aqui vamos entender como o marketing de influência e gatilhos mentais atuam diretamente sobre as decisões dos consumidores no ambiente digital.

A Evolução do Consumo Digital

A jornada do marketing de influência começa com a transformação do comportamento do consumidor. Com mais tempo online, as marcas têm oportunidades únicas de interação direta com os consutmidores. Aqui, a chave é não apenas marcar presença, mas também engajar efetivamente com os consumidores, adaptando-se rapidamente às suas mudanças de comportamento e preferências, mas, principalmente, estimulando o consumo.

O Poder do Marketing de Influência

O marketing de influência transcende a tradicional publicidade, criando um canal de conversão direto e mensurável. Estudos mostram que uma grande parcela de consumidores confia em recomendações de influenciadores e mais da metade já realizou compras após acessar um conteúdo. Os indicadores de conversão além de facilmente mensuráveis, data a taxa de sucesso proporcionam um retorno sobre o investimento que pode ser significativamente alto. Este cenário ressalta a importância de estratégias bem planejadas de marketing de influência.

A base estrutural do marketing de influência se dá sobre dois aspectos centrais: primeiro A Interolução, ou seja, quem direciona a mensagem aos consumidores. Em geral a comunicação dos influenciadores é fluida, ágil e conectada com o que o seu público gosta, as ações de uma marca junto a influenciadores, além de ajudar na produção de conteúdo, ajudam as marcas a se conectar melhor aos consumidores.

O segundo ponto são os Gatilhos Mentais e como exercem influência direta em nosso processo de decisão de compra. Os gatilhos mentais são uma forma encontrada pelo nosso cérebro para facilitar nossas decisões, sendo mais rápido e menos desgastante. Funcionam como atalhos para que possamos gastar menos energia com o processo de compra e ter mais tempos para fazer o que efetivamente gosta.

O processo de comunicação dos influenciadores engloba diversos mecanismos, ou gatilhos, que nos estimulam ao consumo, assim como facilitam nossas decisões. Vamos entender melhor como cada gatilho mental funciona e afeta nossas percepções e os efeitos sobre nossas escolhas.

Gatilhos Mentais: A Psicologia por Trás das Decisões de Compra

Gatilho Mental #1: Reciprocidade

Depois de receber um “presente”, nos tornamos mais dispostos a comprar produtos e concordar com pedidos que, do contrário, teríamos recusado.

A reciprocidade atua como uma norma de conduta. Em geral, quando recebemos um presente de alguém, sentimos uma obrigação moral de retribui-lo em algum momento. Cada um de nós aprendeu a respeitar essa regra desde a infância e sabemos as sanções sociais e o desprezo direcionado aos que não cumprem.

Os influenciadores utilizam com maestria este gatilho. É comum ouvirmos dizer: Eu fiz uma negociação com a marca e conseguir um desconto exclusivo para vocês do canal! Quem de nunca caiu na tentação de retribuir realizando a compra? Além da retribuição, aqui temos a sensação de uma oportunidade proporcionada por alguém de quem eu gosto e sigo deliberadamente.

Gatilho Mental #2: Relatividade

Encaramos nossas decisões de maneira relativa e as comparamos localmente com a alternativa disponível. Apesar do ambiente digital ser uma grande vitrine para acesso a todas as marcas disponíveis, não queremos gastar muito tempo comparando e escolhendo um produto. É mais fácil e rápido encontrar alguém que já tenha vivenciado a experiência.

É aqui que os influenciados nos ajudam a cortar caminho. Eles facilitam nossa comparação, já tendo selecionado, avaliado e testado os produtos por nós, reduzindo nosso risco de uma escolha errada.

Gatilho Mental #3: Escassez

Quanto mais raro ou escasso é um produto, mais desejado ele é. Enquanto a raridade de um item exerce um peso significativo sobre o quanto vale um produto, a escassez nos dá relativo senso de urgência para adquirir um produto.

Algumas marcas se fazem valer de ações como uma edição especial, série limitada e outros artifícios que alteram nossa percepção sobre um produto específico. Por vezes nos estimulando relativa urgência para compra visto que em breve não será mais possível encontrá-lo.

Os influenciadores também utilizam muitos os artifícios de escassez, como exemplo: um desconto temporário para os 100 primeiros seguidores que comprarem determinado produto. Aqui temos um estímulo de oportunidade ao mesmo que de urgência pela escassez.

Gatilho Mental #4: Afeição

Aqui temos um dos principais papeis exercidos por um influenciador. Eles não só cativam o seu público, mas conversam de igual para igual, produzem conteúdo e entretenimento que cativam e prendem seu público. Eles geram proximidade e diálogo com seus seguidores.

É importante ressaltar que eles foram escolhidos pelos seus seguidores e não o contrário. Preferimos e gostamos de pessoas ou marcas que nos agradam, gostamos de pessoas semelhantes a nós.

Contar com a opinião de alguém de quem gosto, de quem tenho afeição, além de exercer relativa influência sobre nossas decisões, pode ser importante para muitas pessoas. As marcas se favorecem e tiram proveito desta relação conquistando um espaço nos corações e mentes dos seguidores estando vinculados a estes influenciadores.

Gatilho Mental #5: Prova Social

Seguimos o exemplo dos outros. Na sociedade em geral, a maioria das pessoas, aproximadamente noventa e cinco porcento, são denominadas seguidoras e apenas cinco porcento são as que exercem influência sobre os outros.

A maioria das pessoas passa a consumir e usar determinado produto depois que outros da sua referência e relacionamento estão utilizando. A influência pode partir de grupos que participamos ou queremos participar e de influenciadores que seguimos nas plataformas digitais.

A prova social sempre foi e continua sendo um importante instrumento para influenciar pessoas e os influenciadores exercem um papel importante para divulgar e promover o consumo de novos produtos e marcas.

Gatilho Mental #6: Autoridade

Tendemos a confiar mais na opinião de especialistas. Quando ouvimos a opinião de um médico, de um economista ou de um psicólogo, tendemos a dar mais atenção e importância a informação que recebemos.

Parte significativa dos influenciadores digitais se portam como especialistas em determinado assunto e quanto mais autoridade, maior o seu poder de influência sobre seus seguidores.

Gatilho Mental #7: Unidade

Quanto maior interesse temos em participar de um grupo e quão importante é permanecer, mais paridade de comportamento teremos com seus membros. Nos esforçamos para participar e ser um membro aceito em um determinado grupo que gostamos e precisamos nos comportar e consumir aquilo que seus membros consomem.

Gatilhos Mentais #8 e #9: Unificação, Compromisso e Coerência

Quando pedimos um conselho, procuramos um cumplice. Quando buscamos a opinião de um influenciador sobre determinado produto ou marca, terceirizamos a responsabilidade sobre as nossas escolhas. Aqui buscamos apenas afirmar uma opinião que já tínhamos formado, ou mesmo tornar nossa escolha facilitada pela opinião ou experiencia de um terceiro.

Ao seguir a opinião de um influenciador de nossa referência também mantemos relativo compromisso e coerência com nossas escolhas, partindo do princípio de que são deliberadas por meio de uma opinião que valorizamos e são referência para nós.

Gatilho Mental #10: Influência Instantânea

Quando tomamos uma decisão sobre alguém ou alguma coisa, não usamos todas as informações disponíveis, usamos apenas uma única informação, extremamente representativa do total. Vindo de alguém que gostamos e ainda sendo uma autoridade no assunto, por que devemos nos esforçar para buscar outras opiniões?

A influência instantânea ocorre quando confiamos em uma única fonte representativa, como um influenciador favorito, para tomar decisões rápidas.

A Importância das Pesquisas Digitais

É importante ressaltar que no ambiente digital as ações precisam ser monitoradas, gerar métricas por meio de dados e pesquisas, entendendo seus resultados e impacto na percepção dos consumidores.

A Jumppi é uma empresa especialista em estudos e pesquisas no ambiente digital, entre em contato e conheça nossas algumas de nossas soluções que ajudam a potencializar a presença digital das marcas.


Sobre a Empresa

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